jump to navigation

Parabéns PTGamers e até sempre 2009/03/12

Posted by ptpsycho in Geral.
Tags: ,
14 comments

Se ainda se mantivesse em actividade, o PTGamers faria hoje 10 anos de existência. Um marco deveras importante para um projecto que começou como uma brincadeira de amigos, tornando-se numa referência nacional nos portais dedicados a videojogos. Acarinhado por muitos, invejado por outros, o PTGamers serviu uma comunidade de jogadores sempre interessados nas novidades, em conteúdos originais, e acima de tudo, uma grande preocupação em ouvir e dialogar com todos os seus membros.

 

Infelizmente o projecto foi extinto, mas deixou uma herança, um respeito grandioso pela comunidade de jogadores. Acabou ingloriamente, mas com uma sensação de dever cumprido.

 

Enterro assim, definitivamente, o pensamento de um trabalho árduo, mas altamente recompensador. O PTGamers permitiu-me conhecer o outro lado da indústria dos videojogos, contactar e lidar diariamente com os seus intervenientes. Agitou águas e mudou mentalidades. Provavelmente o online não seria tão rico actualmente se não houvesse existido um PTGamers.

 

Por fim, um pensamento que me assola: Tão cedo, muito dificilmente um portal de videojogos conseguirá alcançar a magnitude, respeito e comunidade que o PTGamers conseguiu. Um pensamento triste, mas realista, mesmo apesar do projecto deixar um buraco por preencher.

 

Em termos pessoais o futuro é muito risonho. A alegria de continuar a trabalhar nesta indústria voltou quando já não tinha muitas esperanças – mantendo os amigos por perto, juntando-me a outras pessoas que sempre admirei, e um projecto divertido e numa realidade que ainda não tinha experimentado. A SMASH! será o meu segundo filho, aquele que inconscientemente passa a ser a coqueluche, deixando o primeiro num segundo plano. É a ele que me estou a dedicar com toda a força e entusiasmo.

 

Portanto, até sempre PTGamers, e obrigado por tudo…

 

Revista Smash! 2009/02/28

Posted by ptpsycho in Actualidade.
8 comments

smahs

Finalmente posso divulgar o que ando a fazer nos últimos tempos. Aceitei o desafio do Jorge e Gonçalo para um novo projecto, a revista SMASH!

Os detalhes da revista serão divulgados com o tempo, e posso dizer que estamos muito entusiasmados com o projecto. A base da revista serão os videojogos, obviamente, mas daremos espaço a outros assuntos interessantes, dos desportos radicais, ao cinema, música, gadgets, enfim, tudo aquilo que a nossa geração mais gosta.

Less Words and More Action é a nossa máxima!

Visitem o site oficial, e preencham o pequeno inquérito.

RIP PlayStation 2 2009/02/25

Posted by ptpsycho in Geral.
6 comments

O título é enganador. A PlayStation 2 está longe de morrer na sua essência, ainda hoje foi anunciado a bomba MotorStorm para esta. Mas não deixa de ser curiosa esta visão que tive ao passar perto de um contentor do lixo:

 

Diversas “carcaças” de PlayStation 2 espalhadas de um caixote, drivers de DVD e outros tantos cacos da “velha” consola da Sony. De onde terão vindo? Alguma oficina de reparações que decidiu deitar fora o lixo? Algum desses artistas que chipam consolas e estas foram o resultado de engano?

 

Não pude resistir em tirar algumas fotos, como podem ver abaixo…

 

 

img096img095img097

I’m Alive! Chill Out! 2009/02/18

Posted by ptpsycho in Geral.
12 comments

Como vocês dois repararam, o TEB tem estado meio parado, ou melhor, não é actualizado. Não se preocupem que ainda estou vivo, e o motivo da minha ausência será justificado muito em breve. Estou entusiasmado e espero entusiasmar nos próximos tempos com aquilo que ando a fazer. Até lá fiquem com uma prendinha.

Xbox 360 – Finalmente um expositor 2009/02/15

Posted by ptpsycho in Achievement Unlocked.
5 comments

Depois de fazer umas compras no Continente da Amadora, decidi fazer uma visita à Worten Gamer. Antes de entrar fiquei surpreendido, pois raramente vejo uma Xbox 360 na montra… Finalmente uma utilidade para a consola, como podem ver na foto!

Sempre serve para algo...

Sempre serve para algo...

Half-Life 2 – o filme 2009/02/14

Posted by ptpsycho in Geral.
Tags:
4 comments

Enquanto não temos uma verdadeira adaptação ao cinema de Half-Life, eis que amadores tentam contornar esse desejo. Fiquem com o primeiro episódio de uma pequena série dedicada à série de Valve. Vejam como se faz algo interessante com um budget de cerca de 500 dólares.

Hoje deiam mais atenção à namorada! 2009/02/14

Posted by ptpsycho in Geral.
add a comment
Conheçam o lado romântico do Big Boss!

Conheçam o lado romântico do Big Boss!

Tomb, Fantasy Raider – Lara Croft muda-se para o Japão 2009/02/13

Posted by ptpsycho in Actualidade.
Tags: , ,
1 comment so far

As principais distribuidoras nipónicas continuam a querer expandir-se em força para o Ocidente. Depois dos movimentos da Namco Bandai e Capcom, é a vez da Square Enix dar um passo interessante nesta simbiose de mercados. Como todos sabemos a Eidos anda moribunda, e os “tubarões” a rondar. Mas desta vez foi de vez, a editora de Lara Croft foi adquirida pela Square Enix.

 

A aquisição foi amigável, com a empresa nipónica a desembolsar cerca de 84.3 milhões de libras pela Eidos, ao custo de 0,32 libras por acção. Valor esse que havia duplicado desde a manifestação de interesse da Square em Dezembro, considerados rumores na altura.

 

No entanto, esta aquisição não deixa de ser estranha. Haviam outras empresas em melhor posição para a compra, que simplesmente deixaram “fugir”, tal como a Time Warner, que já era detentora de 20% da empresa. Assim, com este negócio abre-se um valioso caminho para a Square Enix explorar com maior agressividade o mercado europeu, como menciona o seu próprio presidente Yoichi Wada.

 

Olhando para esta fusão, não podemos ficar indiferente ao choque de culturas, nomeadamente o género de jogos que cada empresa oferece. A Square é sobretudo conhecida pelos seus RPGs, destacando-se as séries Final Fantasy ou Dragon Quest, enquanto que a Eidos tem alguns dos franchisings mais cobiçados da indústria – Tomb Raider, Hitman, Deus Ex, Commandos, Legacy of Kain, apenas para referir alguns nomes.

hot_lara_croft

 

Se virmos bem a distribuição dos produtos da Square no ocidente, a empresa nunca havia estabelecido uma parceria forte e duradoura com nenhuma editora. Em tempos era a Electronic Arts que garantia os seus jogos na Europa, mas de há alguns anos para cá o esforço tem sido da própria Square. O selo da Eidos nos seus jogos, assim como toda a sua máquina oleada de marketing e distribuição em solo europeu servirão de facto como catalizador de vendas. Vendas essas que precisam de um novo fôlego, depois do último episódio de Tomb Raider ter ficado aquém das expectativas da editora inglesa.

 

Por outro lado, será que haverão reestruturações? Que impacto terá a aquisição para os estúdios internos da editora, como a Cristal Dynamics, a IO Interactive, a Pyro, entre outras? Esperamos que esta aquisição satisfaça não só as necessidades de ambas as empresas, como também possam ser benéficas para os fãs das séries em questão.

 

Impressões de Tom Clancy’s HAWX 2009/02/11

Posted by ptpsycho in Antevisões.
Tags: , ,
1 comment so far

hawx_destaque

 

Tom Clancy’s Ace Combat

 

Por muitos títulos de aviões de guerra que sejam editados nas consolas, a série Ace Combat é a mais apreciada pelos fãs deste formato mais árcade. Servindo como inspiração, muitas são as editoras que tentam oferecer uma experiência aérea, mas descomprometida, de forma a qualquer um pegar e dominar os céus de imediato. Com a demo de Tom Clancy’s HAWX disponível no Live, os potenciais interessados já podem experimentar a sua jogabilidade.

 

Esta proposta é interessante, pois é bem semelhante ao referido jogo da Namco Bandai, ao mesmo tempo que tenta oferecer algumas novidades, nomeadamente ajudas aos jogadores menos experientes, assim como suporte multiplayer cooperativo via online. HAWX insere-se no mesmo universo de Ghost Recon: Advanced Warfighter criado por Tom Clancy. Fazemos parte de um esquadrão aéreo e teremos de suportar as forças do conhecido capitão Mitchel.

 

Além do tutorial, teremos acesso a uma missão completa, ambas situadas no maravilhoso cenário do Rio de Janeiro, sendo possível ver algumas marcas de terreno como o Cristo Redentor, o estádio do Maracaná ou o Pão de Açúcar. Se Ace Combat nesta geração já havia demonstrado um grande aparato gráfico, pode-se dizer que a Ubisoft não deixou os seus créditos em mãos alheias. Os cenários são belíssimos, denotando-se uma área do solo completamente preenchida com urbanizações, favelas nos morros, praias, etc. Os edifícios parecem muito geométricos no geral, mas são constantemente adornados com uma série de elementos únicos, desde pistas de aviões, caminhos de ferro, portos, etc. Tanto quanto sei os cenários foram produzidos com base em dados de satélite.

Podem ver aqui o cone de fuga.

Podem ver aqui o cone de fuga.

 

No que diz respeito à jogabilidade, quem jogou outros títulos semelhantes não terá qualquer dificuldade nos seus controlos. Podemos jogar em diferentes perspectivas, seja com a visão externa (que a meu ver peca por mostrar o avião num tamanho que ocupa muito espaço no ecrã), podem aceder ao cockpit, assim como na primeira pessoa, com aquelas marcas da altitude. No entanto, estas visões correspondem ao sistema de assistência ligado. Pois há uma outra visão especial, com a assistência desligada, que nos remete para uma câmara bem mais afastada e trancada. Nesta visão o avião fica minúsculo, na terceira pessoa, obrigando-nos a manobras mais radicais para acertarmos nos alvos, ou evadirmos os ataques. Esta visão é confusa inicialmente mas será mais eficaz quando queremos mudar o rumo da acção entre um inimigo que nos persegue, a mudar de posições. Nesta visão é incentivado o uso do stall, diminuindo a velocidade a tal ponto que os motores se desligam e o avião fica em queda livre, para depois rapidamente accionarmos os jactos e acertar rapidamente na direcção do inimigo.   

 

Na visão com a assistência ligada podemos accionar algumas ajudas interessantes, principalmente para os mais novatos, nomeadamente activar um ponto de intercepção do nosso alvo, quando não estamos alinhados com ele. Ou seja, uma espécie de cone holográfico fica visível, como que a mostrar o caminho, e uma contagem decrescente até ao ponto de intercepção. Este esquema é eficaz principalmente quando não temos ângulo para um ataque a alvos no solo, com a ajuda a obrigar-nos a subir, e depois mergulhar a pique. O mesmo sistema poderá ser utilizado para esquivar de mísseis, abrindo esse mesmo cone de escape quando activado.

Os gráficos estão detalhados. Até se pode ver o piloto.

Os gráficos estão detalhados. Até se pode ver o piloto.

 

A missão disponível é longa e contém dezenas de aviões e tanques para abater. Como seria de esperar teremos companheiros, os quais podemos mandar atacar o nosso alvo, ou simplesmente proteger-nos. No entanto, nesta missão, talvez por corresponder a uma das primeiras, não me deu alguma sensação de adrenalina patente no género, talvez por ter achado demasiado fácil.

 

Cada alvo abatido permite o ganho de experiência, que segundo entendi será a “moeda” de troca para desbloquear novos aviões e arsenal ao longo da campanha. Há ainda que referir que o jogo permite jogar em cooperativo até quatro jogadores online, num formato drop in, drop out, o que pode ser uma mais valia no género. Se for realmente frenético, podemos ter aqui amigos a fazerem manobras radicais, a protegerem-se mutuamente, numa de Tom Cruise em Top Gun! Pois podemos ver que inimigos estão trancados pelos companheiros e dar assistências.

 

Tom Clancy’s HAWX parece não revolucionar nada do género. É um jogo de aviões árcade, totalmente virado para a acção. Poderá ser divertido se as missões e objectivos forem variados. O ambiente e grafismo estão já bem acentuados, com constantes transmissões dos colegas em PiP.

 

 

Onde estão os jogos de futebol? 2009/02/10

Posted by ptpsycho in Artigos.
Tags: , , , ,
7 comments

pes_destaque

Por ano temos acesso a dezenas, centenas de videojogos: originais, sequelas periódicas, adaptações, enfim, todos os géneros são brindados com novidades. No entanto, existe um género que pareceu ter estagnado no tempo: os jogos de futebol. Quando se fala no tema, apenas temos de mencionar qual aquele que suportamos: FIFA ou PES. Há anos que o título do melhor do ano é disputado entre os dois, não existindo qualquer outra editora disposta a entrar neste mercado, seja por capacidade ou interesse.

 

Como é que é possível que tenhamos chegado a este ponto? A Electronic Arts dispõe a sua série há mais de 15 anos, desde os velhos tempos da Megadrive e Amiga, a série da Konami explodiu no ocidente há menos tempo. No entanto, olhando para trás, antigamente arriscava-se mais, existiam alternativas interessantes e refrescantes, mesmo que não tivesse a qualidade dos gigantes.

 

Dino Dini, o mítico criador da série Kick Off manifestou-se um pouco contra esta nova postura dos jogos de futebol. Segundo o mesmo, o seu hiato desde o lançamento de Goal!, no Amiga, deve-se ao facto da indústria estar agora mais interessada na “Big Picture”, ou seja, nas licenças, no espectáculo visual, deixando de lado os factos mais importantes que são a jogabilidade e a interacção do jogador nesse ambiente desportivo.

Depois de Kick Off e Goal! os fãs sonham com o regresso de Dino Dini.

Depois de Kick Off e Goal! os fãs sonham com o regresso de Dino Dini.

 

Velhos tempos em que não haviam disputas de licenças e qualquer jogo era quase sempre editado com as equipas actualizadas. E mesmo essas licenças referiam-se ao preencher dos nomes nos plantéis das equipas, e não todo o aparato das feições, sapatilhas personalizadas e tiques próprios. O realismo visual actual é de facto um aspecto negligenciador de tudo o resto, resgatando eventualmente grande parte do orçamento para a produção. Porque razão quero eu ter um Ronaldinho na capa do jogo, ou um ou outro jogador de renome que consegue fintas de assinatura, quando deixamos de ter uma verdadeira experiência em equipa?

 

Olhando para trás no tempo, muitos já não se lembrarão, porque não querem, da excelência de um Kick Off, ou como seria de esperar, do “meu” Sensible Soccer. Este último, licença da Codemasters, ainda tem tentando sobreviver ao tempo, com uma edição esporádica, mas longe dos velhos tempos. No entanto, bastou uma versão com uma jogabilidade semelhante ao clássico, com os seus defeitos, mas igualmente virtudes para nos despertar aquele bichinho. Isso foi conseguido com a edição Live Arcade de Sensible Soccer, na Xbox 360. Football Glory foi outro título do género destas duas referências clássicas, mas acentuando o humor, como invasões de campo ou mesmo comemorações de golo. Foi produzido pela CroTeam, editora responsável pela série Serious Sam.

Sensible Soccer é um dos melhores jogos de futebol de sempre.

Sensible Soccer é um dos melhores jogos de futebol de sempre.

 

Mas já na era 3D houve alguns concorrentes iniciais a FIFA, como Actua Soccer. Aliás, este jogo da Gremlin foi o primeiro a utilizar esta perspectiva, revolucionando a forma como encarávamos este desporto no seu formato virtual, quando ainda a série da EA Sports era jogado numa visão isométrica. Provavelmente o maior “intruso” na supremacia, que me esteja a ocorrer tenha sido This is Football, jogo produzido pela 989 Sports para a Sony, mas que desde 2005 não tem uma actualização nas consolas caseiras. A série continua na PSP, agora sobre o nome World Tour Soccer, jogo que na minha opinião tem grande qualidade, principalmente a nível de jogabilidade e modos originais. Outras propostas poderão ter sido editadas, mas que passaram ao lado do relevo dos “grandes”, como Love Football da Namco Bandai, que nem chegou à Europa.

 

Mas o que nos reserva o futuro? Mais sequelas de FIFAS e PES? Claro, mas era bom termos mais opções. Corre o rumor de que a gigante Activision tem um jogo de futebol, apadrinhado por David Beckham (não confundir com o péssimo jogo da Rage de 2002). No entanto, este título que era previsto para o final de 2008, nas consolas de nova geração, nunca teve um real anúncio ou qualquer detalhes, excepto que seria patrocinado pela Adidas e que as principais selecções estavam presentes, incluindo Portugal. Mas conseguirá esse hipotético jogo ser editado antes do jogador pendurar as chuteiras?

FIFA 09 foi uma das melhores edições de sempre da série.

FIFA 09 foi uma das melhores edições de sempre da série.

 

O que mais gostam num jogo de futebol? O que gostariam de ver que não existe? Eu chego-me à frente: a possibilidade de controlarmos o árbitro, num modo de jogo especial e numa perspectiva diferente.